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Artigo · Comunicação · 2020 · Português

Redes sociais, companhias tecnológicas e democracia

Francisco Balaguer Callejón

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Resumo

São muitos os âmbitos nos quais as redes sociais têm gerado disfunções do ponto de vista constitucional e democrático. Desde os direitos fundamentais até os processos eleitorais, passando pela própria configuração da ordem constitucional, num contexto no qual as condições do espaço e do tempo foram transformadas em razão da globalização e do desenvolvimento tecnológico. Novas pautas culturais e novos paradigmas estão em surgimento e sua incidência sobre o constitucionalismo é muito ampla. Algumas das mudanças trazidas pelas redes sociais podem ser estruturais e manter-se-ão previsivelmente no futuro. Outras, no entanto, podem se considerar diretamente vinculadas aos interesses das companhias tecnológicas e deveriam ser objeto de revisão para evitar que levem a uma involução democrática. A intervenção dos poderes públicos, estatais e supranacionais, é cada vez mais necessária para controlar tais companhias.

Tipo
Artigo
Área
Comunicação
Ano
2020
Idioma
Português
Licença
CC BY-NC-ND
DOI
10.30899/dfj.v14i42.890

Como citar (ABNT)

CALLEJÓN, Francisco Balaguer. Redes sociais, companhias tecnológicas e democracia. Revista Brasileira de Direitos Fundamentais & Justiça, v. 14, n. 42, p. 25-48, 2020. DOI: 10.30899/dfj.v14i42.890.

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