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Artigo · Direito · 2017 · Português

Cultura Inquisitória e as Falsas Oralidades

André Rocha Sampaio, Marcos Eugênio Vieira Melo

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Resumo

O presente artigo tem como escopo evidenciar a necessidade da oralidade para superar a insuficiência das medidas que envolvem meras reformas legais para a modificação da cultura inquisitorial que nos aflige desde nossa matriz. Para tal, valemo-nos da hipótese de que a oralidade presente no modelo processual penal brasileiro é de baixa intensidade, enfraquecida pela lógica autoritária que atravessa nossa dinâmica processual desde fora. Foram utilizados diversos textos de processualistas penais nacionais e estrangeiros relacionados à necessidade de desvelamento do engodo do “sistema misto”, da necessidade do direito ao confronto e da restauração da oralidade. Partiu-se de hipótese que uma oralidade em sentido forte não pode estar dissociada da imediação judicial e, sanando tal deficiência, a estrutura dialética do processo poderia ser mais bem evidenciada.

Tipo
Artigo
Área
Direito
Ano
2017
Idioma
Português
Licença
CC BY-NC
DOI
10.22197/rbdpp.v3i3.95

Como citar (ABNT)

SAMPAIO, André Rocha; MELO, Marcos Eugênio Vieira. Cultura Inquisitória e as Falsas Oralidades. Revista Brasileira de Direito Processual Penal, v. 3, n. 3, p. 879-905, 2017. DOI: 10.22197/rbdpp.v3i3.95.

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